Clínica Dom Guanella

CANDIDÍASE VULVOVAGINAL

A candidíase vulvovaginal não deve ser considerada uma doença sexualmente transmissível. Sua incidência é maior em adultos, tendo um pico próximo aos 20 anos. Estima-se que 75% das mulheres apresentarão pelo menos um episódio de vulvovaginite fúngica durante a idade reprodutiva e cerca de 5 a 8% irão apresentar infecções de repetição.

Como fatores predisponentes para o desenvolvimento da candidíase podemos apontar: gestação, diabete, contato oral-genital, uso de estrogênios em altas doses, anticoncepcionais orais (ACOs), antibióticos, espermicidas e diafragma ou DIU.

O diagnóstico é feito pelo médico em consulta com relato dos sintomas  pela paciente e exame físisco com os seguintes achados:  presença de prurido intenso, edema de vulva e/ou vagina e secreção esbranquiçada e grumosa. A principal queixa é corrimento branco  com grumos acompanhada ou não de prurido (coceira) vulvar e/ou vaginal intenso; ardência para urinar  pode estar presente.  O exame cultural em meio específico também pode ser utilizado, especialmente nos casos de recidiva ou de resistência aos tratamentos usuais.

O tratamento está indicado para alívio das pacientes sintomáticas. Até 10 a 20% das mulheres em idade reprodutiva são assintomáticas e não requerem tratamento. O tratamento pode variar desde uso oral (dose única, 5 ou 7 dias) ou tópico de 3 a 14 dias, dependendo do fármaco utilizado e/ou do quadro clínico apresentado. Gestantes não podem tomar antifúngicos via oral.

SEMPRE QUE APRESENTAR CORRIMENTO COM SINTOMAS VÁ AO MÉDICO PARA SER EXAMINADA; NÃO SE AUTOMEDIQUE POIS EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE CORRIMENTO.

Dra. Anna Manoela de Holleben Bicca – Ginecologista e Obstetra – CRM/RS 38.597

 

 

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